Linguagens da Terra: o curatorial como investigação-criação situada
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O presente artigo propõe compreender o curatorial como uma prática de investigação-criação situada, na qual se articulam etnografia expandida e multissituada, experimentação material e colaboração com comunidades amazônicas. A partir da exposição Ecos do rio: linguagens do mundo compartilhado (2025), analisa como as práticas materiais indígenas, as arquiteturas animais e as linguagens não humanas configuram formas emergentes de conhecimento. Entre
suas conclusões, a autora assinala que a exposição mencionada se apresenta como uma zona de contato na qual se ativam correspondências entre práticas e formas heterogêneas, onde o curatorial permite imaginar a partir de uma prática situada em relação com o presente.
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