O capitalismo soa no coração da selva
sonoridade sonoro colonialidade p´rácticas estudos cultura
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O artigo vincula, de uma forma inédita, a produção de barulho com o capitalismo global. Esse binomio incide na formação da “rastro ecológico sonoro” em Iquitos, o coração da loresta [amazônica], e na rearticulação da regime colonial da sonoridade, que é a categoria proposta pela presente investigação. Além disso, o escrito da uma breve olhada pela experiência ‘Laboratôrio Iquitos’, um projeto que reúne saberes e origems diversos, e que, porém, não tem obrigatoriamente uma ligação com a categoria hegemônica da arte.
Estévez Trujillo, M. (2018). O capitalismo soa no coração da selva. Nómadas, (45), 13–25. Recuperado de https://revistas.ucentral.edu.co/index.php/nomadas/article/view/2466
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