Narrativas de investigação-criação, sombras comunando em A Floresta
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O objetivo deste artigo é compreender como uma série de mediações audiovisuais foram criadas em torno da epistemologia da investigação-criação, por meio de uma narrativa baseada no que Carl Gustav Jung chama o “arquétipo da iniciação”, para fins de ensino e aprendizagem. Para essa narrativa, os autores criaram vários personagens e escreveram um roteiro enquadrado nos gêneros de aventura e comédia. O artigo conclui que é necessário dar prioridade aos processos de subjetivação do aprendiz em relação com os conteúdos ensinados nas disciplinas, visando a estimular um caminho próprio que tomará, eventualmente, direções múltiplas.
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