Memória criadora, desenho expandido e mitologias oníricas na obra de Ricardo Muñoz Izquierdo
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O artigo propõe um exercício reflexivo ‒e em boa medida crítico‒ sobre a trajetória e o trabalho criativo do artista visual Ricardo Muñoz Izquierdo. Isso, impulsionado por sua recente nomeação à última convocatória do prêmio Luis Caballero 2025, um dos certames mais importantes no campo das artes na Colômbia. Sem a pretensão de formular uma leitura exaustiva da trajetória do artista, os autores permitem-se sugerir algumas provocações que decorrem da sua própria aproximação, enfatizando ao final o projeto criativo Anoche, a la media noche, que deu lugar à nomeação de um prêmio que reconhece a trajetória e a maturidade de artistas no campo das artes plásticas e visuais no país.
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