Conteúdo do artigo principal

Autores

Este artigo parte do pressuposto de que um olho amputado -olho fantasma- pode ver fantasmas. Segundo a autora, as alucinações visuais -aquelas imagens percebidas por aquele olho fantasma- são fantasmas. O objetivo do artigo tem duas partes: a primeira procura explicar as alucinações visuais a partir de duas perspectivas científicas: a da síndrome do olho fantasma e a da síndrome de Charles Bonnet, e a segunda parte procura explicar essas alucinações a partir de uma perspectiva não científica, analisando um caso clínico de uma artista com um olho amputado que pinta as suas alucinações. A conclusão é que a artista vê fantasmas, o que permite problematizar o conceito de imagem na história da arte.

María Paulina Zuleta, Pontificia Universidad Javeriana

Magíster en Historia, graduada con honores Cum Laude de la Pontificia Universidad Javeriana (Bogotá, Colombia). Profesional en Estudios Literarios y abogada. Escritora creativa y académica con experiencia en investigación en distintos campos; correctora de estilo, editora en inglés y en español, y traductora autónoma generalista del español al inglés y del inglés al español.

Zuleta, M. P. (2024). As alucinações visuais do olho fantasma: o paradoxo fantasmal da não-imagem. Nómadas, 57, 1–11. https://doi.org/10.30578/nomadas.n57a16

Downloads

Não há dados estatísticos.

Artigos Semelhantes

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.